Quem me falou sobre a Bruna Beber pela primeira vez foi a Carol. Quando voltávamos da Bienal de Artes de São Paulo, em 2.006, ela comentou que havia se encontrado com ela na noite passada, disse que era uma garota que daria o que falar. Pois bem. Quando ela lançou seu primeiro livro, não sei se dormi no ponto, não sei se foi todo esse estrondo, mas não consegui comprá-lo para confirmar o que me havia dito Bensimon. O consegui emprestado, meses depois, com um primo distante que, coincidentemente, veio passar uma temporada por aqui com uma mochila recheada de poesia, li e gostei muito.
Agora, tem lançamento do seu segundo livro. "Balés". Grande nome. Dá aquela impressão de que as palavras dançam na linha dos nossos olhos, formando melodias sem som, deixando nossa alma em paz.
Espero que esgote como aquele livro de estréia. Mas que, dessa vez, eu consiga o meu sem depender de pessoas que nunca encontro.